Novo método de esterilização da mulher pode substituir laqueadura
Sem anestesia e sem corte!Por: Ana Paula Pontes

Um novo método para evitar a gravidez está chegando na rede pública do país e promete substituir a laqueadura. A técnica de esterilização da mulher, em teste no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, é feita por meio de um implante de duas molas à base de titânio em cada uma das trompas. Após três meses do procedimento, as trompas ficam bloqueadas definitivamente. Até esse período, por segurança, é preciso usar outro método contraceptivo.
Segundo informou a assessoria de imprensa do HC, o método pode ser realizado em 10 minutos, sem anestesia e no próprio ambulatório, durante uma consulta. Esses fatores fariam com que as salas de cirurgias dos hospitais públicos ficassem liberadas para operações mais complexas.
A técnica, embora simples e sem corte, pode trazer desconforto para algumas mulheres. “Há aquelas pacientes que vão sentir muita cólica e outras que não. E, após abrir o kit de colocação, se por alguma razão o procedimento não for realizado, ele não serve mais. E o custo dessa tecnologia é alto”, diz Alexandre Pupo Nogueira, ginecologista do Hospital Sírio Libanês. Porém, afirma, a vantagem é não haver necessidade de anestesia geral, como na laqueadura tradicional.
Para o especialista, outro ponto a ser ponderado pela mulher ao decidir se submeter a esse procedimento diz respeito à esterilização. “No Brasil, existe um número grande de mulheres que se arrepende da laqueadura, que pode ser revertida. Já essa técnica é irreversível”, afirma Pupo.
Esse modelo de esterilização, realizado há mais de cinco anos nos Estados Unidos, foi regulamentado pela Anvisa em fevereiro deste ano.
Segundo informou a assessoria de imprensa do HC, o método pode ser realizado em 10 minutos, sem anestesia e no próprio ambulatório, durante uma consulta. Esses fatores fariam com que as salas de cirurgias dos hospitais públicos ficassem liberadas para operações mais complexas.
A técnica, embora simples e sem corte, pode trazer desconforto para algumas mulheres. “Há aquelas pacientes que vão sentir muita cólica e outras que não. E, após abrir o kit de colocação, se por alguma razão o procedimento não for realizado, ele não serve mais. E o custo dessa tecnologia é alto”, diz Alexandre Pupo Nogueira, ginecologista do Hospital Sírio Libanês. Porém, afirma, a vantagem é não haver necessidade de anestesia geral, como na laqueadura tradicional.
Para o especialista, outro ponto a ser ponderado pela mulher ao decidir se submeter a esse procedimento diz respeito à esterilização. “No Brasil, existe um número grande de mulheres que se arrepende da laqueadura, que pode ser revertida. Já essa técnica é irreversível”, afirma Pupo.
Esse modelo de esterilização, realizado há mais de cinco anos nos Estados Unidos, foi regulamentado pela Anvisa em fevereiro deste ano.
O novo procedimento já é feito no hospital da Vila Nova Cachoeirinha, na Zona Norte, e do Tatuapé, na Zona Leste, e deve ser expandido para toda a rede municipal.
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