sábado, 2 de abril de 2011

Marília Gabriela: 'Eu conheço ex-gays'


Marília GabrielaA jornalista Marília Gabriela deu uma declaração, no mínimo, inusitada durante entrevista com a escritora Fernanda Young, que foi ao ar esta semana no canal por assinatura GNT. "Eu conheço alguns, poucos...", disse Marília para surpresa de Fernanda. "Ex-gay? Conhece?, perguntou  a morena de boca aberta. "Conheço alguns poucos que se convenceram disso por força da religião. E fizeram tanta força que foram se adequando...", completou a jornalista.
Assista ao vídeo

Fernanda Young, então, deu sua opinião: "Eu desacredito que a religião tenha esse poder porque a religião não entra num quarto escuro."

O assunto veio à tona na entrevista porque Fernanda é escritora de uma nova série da Globo, chamada "Macho Man", que será protagonizada por Jorge Fernando. Na trama, ele é um gay que muda sua condição sexual depois que o globo de uma boate desaba em sua cabeça.

Eu também conheço e o vi pessoalmente. Veja abaixo:

Robson Staines – ex-Homossexual (Testemunho)

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Robson Staines, carioca, liberto da homossexualidade há mais de nove anos, missionário, casado com Paula Staines e pai de Isabella e Daniella, é uma das maiores revelações da música gospel nacional. Com uma luz própria e dono de um testemunho impactante, ele tem o que se pode chamar de uma vida modificada e restaurada pelo fogo do Espírito Santo. Intérprete, poeta, escritor e cantor, suas músicas falam do poder transformador de Deus e das maravilhas operadas na vida daqueles que acreditam e estão à espera de um milagre.
Vindo de uma família espírita e budista, Robson Staines conheceu, desde a infância, o peso das forças malignas. Viveu na idolatria, presenciou a pobreza e a riqueza, mergulhou na prosmicuidade e na homossexualidade, lutando contra os próprios desejos. Vítima de uma depressão profunda, tentou até o suicídio, e foi quando Deus fez acontecer o verdadeiro milagre em sua vida. O cantor morreu para o pecado e nasceu para Jesus.


Fonte: http://www.cabanaomundaogospel.net.br/2009/11/robson-staines-ex-homossexual.html#ixzz1IQ6kAVea

5 dicas para a hora de tirar a fralda do seu filho

Olha que dicas legais para as mamães, para as aspirantes e para as titias de plantão:

Quando é o melhor momento? Como começar? Tire essas e outras dúvidas:
Aquela velha máxima que diz “quanto mais cedo, melhor” não funciona para essa fase. A partir de 2 anos, você pode começar o treinamento. Se fizer antes, alguns problemas podem aparecer, como xixi na cama ou na roupa com muita frequência. E saiba que a criança dá sinais que já está pronta para abandonar as fraldas: ela passa a avisar quando fez cocô e a fralda se torna um incômodo. Aqui, cinco passos para vocês passarem por essa fase (sem traumas):
Aproveite o tempo quente para começar. A criança transpira mais, faz menos xixi e não veste tanta roupa como no inverno.
Apresente para o seu filho os nomes de todos os objetos que ele vai usar: papel higiênico, vaso sanitário etc. E ensine tudo: sentar no vaso, puxar a descarga, lavar as mãos. Esse período de reconhecimento dura, em média, dois meses.
Escolha se seu filho vai usar o vaso (com adaptador) ou o penico, que deve ficar sempre no banheiro. Abra a torneira, massageie a barriga e diga que, finalmente, ele vai ser “gente grande” – esse argumento funciona bem.
Combine que ele sempre vai chamar alguém na hora H. A primeira a ser retirada é a fralda da manhã. Depois, a da noite.
Tenha paciência – escapes vão acontecer. Para dar certo, esse treinamento vai exigir determinação de vocês dois.


É ISSO MESMO: MUITA PACIÊNCIA!!!!!

Pedofilia: como proteger o seu filho

Com tantos casos noticiados todos os dias, você deve estar apreensivo. Confira algumas dicas que a CRESCER preparou para ajudá-lo a lidar com esse perigo

 
Depois de tantas notícias diárias sobre casos de pedofilia, você deve ter ficado preocupado. Será que pode acontecer com meu filho? Afinal, há alguma maneira de identificar e combater o abuso?

É possível, sim, tomar alguns cuidados. “Não há um perfil do agressor, que pode ser alguém da própria família, e nem do agredido, que pode ser de várias idades e de diferentes classes sociais”, diz Daniela Pedroso, psicóloga do Hospital Pérola Byington. Ela trabalha há cerca de 10 anos em um centro especializado de ajuda a mulheres e crianças até 14 anos que sofreram violências sexuais e conta que, por dia, chegam cerca de 15 novos casos ao hospital. “A principal atitude que as mães devem ter é conversar muito com a criança e, assim, criar uma relação de confiança com ela”, afirma.

Veja algumas orientações que a Crescer preparou, com orientação de Daniela Pedroso, psicóloga do Hospital Pérola Byington:

-->Explique que o corpo da criança é só dela e que ninguém tem o direito de mexer nele. Deixe claro que, se qualquer algum adulto tentar fazer algo estranho com ela, você precisa saber;

-->O agressor, na maioria dos casos, pode ser um conhecido. Se o seu filho reclamar que não gosta de alguém com quem vocês convivam, tente entender o motivo. “Muitas vezes, pode não ser uma fantasia”, diz Daniela;

-->Mesmo assim, mantenha a orientação de que seu filho não deve falar com estranhos;

-->Uma das maneiras de aproximação dos agressores é a internet. Por isso, se o seu filho tem um perfil no Orkut, não deixe os dados liberados para quem não é amigo e não coloque muitas fotos;

-->Diga para a criança não frequentar salas de bate-papo. Se precisar, use filtros de segurança no computador;

-->Fique sempre por perto quando seu filho estiver navegando e saiba quais são os sites que ele visita;

-->Deixe o computador sempre em um lugar comum (e não em quartos);

-->Fique atento ao comportamento de seu filho. Mudanças bruscas, apesar de não comprovarem que algo de errado está acontecendo, podem representar fortes indícios. Voltar a fazer xixi na cama, ter brincadeiras violentas com bonecas e medo de ficar sozinho com adultos, apresentar comportamento mais “sexualizado” e problemas na escola são alguns destes sinais.
Fonte: revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer