quarta-feira, 18 de maio de 2011

É muito importante saber! Principalmente quem pretende engravidar

Vacinação contra rubéola em adultos
O principal objetivo da vacinação de adultos contra rubéola é prevenir a síndrome da rubéola congênita, a qual pode causar graves problemas ao feto. Em torno de 20% da mulheres em idade reprodutiva ainda estão susceptíveis à rubéola apesar dos programas de vacinação. O vírus da rubéola pode infectar o feto em qualquer estágio da gravidez, porém os defeitos ao feto raramente ocorrem se a infecção ocorrer depois da 16a semana de gravidez. Mulheres grávidas não devem ser vacinadas contra rubéola, uma vez que a vacina contém vírus.

O que mulheres que desejam engravidar devem fazer em relação à rubéola?
É recomendado que todas as mulheres que desejam engravidar façam teste para saber se estão imunizadas contra rubéola. Caso necessário, a mulher deve ser imunizada com a vacina antes de engravidar. Isso previne que a criança contraia
síndrome da rubéola congênita, que pode ser fatal ao feto ou causar graves problemas. Caso a mulher engravide sem estar imunizada, deve evitar o contato com pessoas que tenham sintomas sugestivos de rubéola, como manchas na face.

Transmissão da rubéola
A transmissão da rubéola acontece pelo ar ao tossir, falar ou espirrar. A confirmação de que a pessoa foi infecta pela rubéola é feita através de teste de sangue. A pessoa com rubéola pode transmitir a doença em torno de uma semana antes do aparecimento das manchas e em torno de uma semana depois.


Leia este artigo:

Contrair rubéola durante a gravidez é muito perigoso, pois a rubéola pode ser transmitida da mãe para o bebê que está no ventre, causando malformações fetais.
Transmitida da mãe para o feto, a doença ganha o nome de Síndrome da Rubéola Congênita (SRC) e as complicações que o bebê poderá sofrer varia de acordo com o período de gestação. Os três primeiros meses são os mais perigosos. Saiba agora como se proteger desse terrível problema:
Se a mulher contrair a doença durante o primeiro trimestre da gravidez, são maiores as chances de a criança nascer com problemas como a surdez, lesões cardíacas, problemas oculares, distúrbios no desenvolvimento neuro-motor, baixo peso, problemas ósseos, retardo mental e outros males gravíssimos. Depois do primeiro período, os riscos para a saúde do bebê ainda existem, mas são menores.
Quando o feto adquire a Síndrome da Rubéola Congênita, nada pode ser feito para evitar as possíveis seqüelas.
Atenção: A rubéola pode ser confundida com gripe. Como um resfriado comum, a rubéola é transmitida pelas vias áreas – especialmente através de gotículas de saliva das pessoas infectadas. Os primeiros sintomas são febre baixa, dores nas articulações, dor ao engolir, coriza, conjuntivite e tosse.
O melhor a se fazer é se vacinar pelo menos três meses antes de engravidar. Se você se vacinou durante o começo da gravidez sem saber que estava grávida, não se preocupe. As chances de que o seu bebê vá ser contaminado são muito baixas.